Bolsas europeias avançam com alívio na inflação dos EUA e petróleo em queda
Mercados reagem aos sinais de menor pressão inflacionária e à redução dos preços do petróleo
Mercados reagem aos sinais de menor pressão inflacionária e à redução dos preços do petróleo
CPI sobe 0,4% no mês, acima do avanço registrado em julho, enquanto inflação anual fica em 3,4%
A alta dos juros pelo Banco Central Europeu (BCE) gerou especulações sobre um novo aperto monetário, resultando em ações europeias que fecharam na mínima em dois meses
Dados de preços ao produtor reforçam pressão sobre o Fed, enquanto petróleo acima de US$ 100 e rendimentos dos Treasuries mantêm investidores na defensiva
Alta da energia e dos rendimentos dos títulos pressionam as ações americanas, enquanto investidores aguardam novos dados de inflação e acompanham o possível lançamento do iPhone dobrável pela Apple
Moeda japonesa acumula alta de 4% em setembro antes da reunião do Banco do Japão, enquanto avanço do petróleo aumenta a cautela nos mercados globais
Economia americana criou 162 mil vagas em agosto, quase três vezes mais do que o esperado, enquanto Donald Trump volta a pressionar o Federal Reserve por juros menores
Investidores aguardam os dados de trabalho em busca de sinais sobre os próximos passos do Federal Reserve, enquanto ações de Lululemon e Adobe recuam no pré-mercado
Dirigente do banco central americano afirma que manter os juros em 3,50% a 3,75% é possível se os próximos dados mostrarem avanço da inflação rumo à meta, mas admite defender uma alta caso os preços voltem a acelerar
A chamada R-star, referência para o nível de juros considerado neutro para a economia, vem ganhando força como uma possível explicação para a alta dos rendimentos dos títulos americanos
Quedas de 20% continuam sendo usadas para definir um mercado em baixa
Alta do petróleo, temor com a inflação e preocupações com o crescimento da dívida pública provocam uma nova escalada nos rendimentos dos títulos e elevam o custo do dinheiro nas maiores economias do mundo
Inflação persistente, dívida crescente e a corrida das gigantes de tecnologia para financiar investimentos em inteligência artificial estão pressionando os títulos públicos e elevando os custos de empréstimos nas maiores economias do mundo
O rendimento dos títulos japoneses de 10 anos atingiu 3% pela primeira vez desde 1996, enquanto petróleo mais caro, inflação persistente e preocupações fiscais ampliam a pressão sobre os mercados globais de dívida
Confrontos entre Estados Unidos e Irã elevaram os preços do petróleo e reforçaram os temores de inflação, enquanto o mercado aumentou as apostas em uma alta de juros pelo Federal Reserve em setembro
Alta de mais de 3% no petróleo aumenta preocupações com a inflação, eleva os rendimentos dos títulos e fortalece as apostas em novos aumentos de juros pelas principais economias
Discurso do presidente do Fed em Jackson Hole eleva apostas de alta dos juros em setembro, mas ganhos de gigantes como Alphabet, Meta e Salesforce sustentam os índices
Moeda americana recupera terreno enquanto investidores buscam sinais sobre os próximos passos do Fed
JPMorgan e Bank of America pressionam o Fed contra uma mudança que pode favorecer Goldman Sachs e Morgan Stanley, expondo uma rara divisão entre os maiores bancos dos EUA
Previsão otimista da Nvidia impulsiona futuros de Wall Street e ações de tecnologia, mas investidores reduzem o risco antes do discurso de Kevin Warsh e acompanham as tensões no Estreito de Ormuz
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